O e-commerce brasileiro continua crescendo em 2026 — e os números mostram que vender pela internet deixou definitivamente de ser uma estratégia complementar.
Hoje, milhões de consumidores pesquisam produtos, comparam preços, assistem a vídeos, leem avaliações, calculam frete e finalizam compras pelo celular todos os dias.
Somente no primeiro semestre de 2026, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 208,4 bilhões, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. Entre janeiro e junho, foram realizados 756,7 milhões de pedidos, alta de 34,8%.
Para quem possui uma loja virtual — ou pretende criar uma — acompanhar as estatísticas do e-commerce no Brasil em 2026 ajuda a entender onde estão as oportunidades e como o comportamento do consumidor está mudando.
Neste artigo, reunimos alguns dos números mais importantes do mercado.
Existem diferentes pesquisas e metodologias de acompanhamento do comércio eletrônico brasileiro.
A Abiacom, antiga ABComm, projeta aproximadamente R$ 258,9 bilhões em faturamento para 2026, alta de 9,9% sobre os R$ 235,5 bilhões estimados para 2025.
A entidade também projeta:
R$ 562,15 de ticket médio;
460,9 milhões de pedidos;
97,1 milhões de compradores online.
Já o relatório da Confi em parceria com o E-Commerce Brasil utiliza uma metodologia diferente e projeta um mercado ainda maior, de aproximadamente R$ 462,5 bilhões ao longo de 2026.
Essa diferença mostra por que é importante observar sempre a fonte e a metodologia de cada estudo, em vez de misturar números de pesquisas diferentes como se medissem exatamente a mesma coisa.

A série da Abiacom mostra crescimento contínuo do comércio eletrônico brasileiro nos últimos anos.
O dado reforça uma tendência que vem se consolidando há anos: cada vez mais dinheiro circula dentro dos canais digitais.
A própria Abiacom calcula que o faturamento cresceu 86,3% entre 2020 e 2025.
Além das projeções anuais, já existem dados efetivamente observados em 2026.
Entre janeiro e junho, o e-commerce faturou: R$ 208,4 bilhões.
Isso representa crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025.
E a quantidade de pedidos avançou ainda mais: 756,7 milhões de pedidos, alta de 34,8%.
Esse comportamento é interessante porque mostra que os brasileiros estão comprando online com frequência cada vez maior.
Para quem vende, isso significa mais oportunidades — mas também mais concorrência.
Ter apenas uma loja virtual não é suficiente.
É necessário trabalhar: produto + preço + frete + confiança + experiência + marketing.
A DevRocket já reuniu também 50 produtos em alta para vender em 2026, com categorias como beleza, casa, pet, moda, tecnologia e organização.
A Abiacom projeta cerca de 97,1 milhões de compradores online em 2026.
É uma base gigantesca de consumidores.
Isso significa que praticamente qualquer nicho pode encontrar público na internet:
moda;
beleza;
casa;
ferramentas;
papelaria;
pet;
tecnologia;
alimentos;
acessórios;
produtos infantis;
produtos personalizados.
Mas também significa que o consumidor possui muito mais opções.
Ele pode abrir várias lojas em poucos segundos.
Por isso, preço não é o único fator importante.
O comprador também avalia:
Segundo a Abiacom, as mulheres representam aproximadamente 60% dos consumidores do e-commerce brasileiro.
Quando analisamos a idade:
A faixa entre 35 e 44 anos aparece, portanto, como a maior participação individual entre os compradores.
Isso não significa que sua loja deva obrigatoriamente vender para esse público.
Mas reforça uma regra importante: conheça o perfil real de quem compra seus produtos.
Não monte sua comunicação apenas com base em suposições.
Use dados.
A DevRocket possui um conteúdo específico sobre Google Analytics no e-commerce: como usar os dados para aumentar as vendas da loja virtual, justamente para ajudar lojistas a entender origem de tráfego, comportamento e conversões. O conteúdo está atualmente publicado na categoria E-commerce do blog.
Outro dado importante da Abiacom mostra a democratização do comércio eletrônico.
A classe C representa 54% das compras virtuais.
As classes A e B correspondem a 32,5%, enquanto as classes D e E representam 13,5%.
Isso ajuda a explicar por que fatores como:
possuem tanto impacto sobre a decisão.
O consumidor quer conveniência, mas também precisa perceber valor.
Regionalmente, o Sudeste possui a maior concentração dos consumidores online.
Segundo a Abiacom:
Somente São Paulo representa aproximadamente 32% do mercado analisado.
Para uma loja virtual, esses dados podem ajudar na estratégia logística.
Se grande parte de seus clientes estiver concentrada em determinada região, pode fazer sentido negociar transportadoras, centros de distribuição ou regras específicas de frete.
Se sua loja virtual ainda não funciona perfeitamente no celular, existe um problema sério.
Uma pesquisa da Visa Marketing Services divulgada em 2026 mostrou que 79% das transações online no Brasil são realizadas por smartphones.
Computadores e notebooks representam somente 12%, enquanto tablets e outros dispositivos possuem participação menor.

Isso significa que uma loja deve ser pensada primeiro para a pequena tela.
Analise:
tamanho dos botões;
menu;
fotos;
velocidade;
banners;
checkout;
cálculo de frete;
Pix;
WhatsApp.
Se o consumidor precisa dar zoom ou enfrentar formulários complicados, você está criando obstáculos justamente no principal dispositivo de compra.
Outra estatística de 2026 mostra a enorme força dos marketplaces.
Segundo o Panorama E-commerce:

Isso não significa que você deva abandonar sua própria loja.
Muito pelo contrário.
Mercado Livre, Shopee e Amazon podem funcionar como canais de aquisição e volume.
Já a loja própria oferece algo essencial: controle sobre a marca e sobre a experiência.
Uma estratégia saudável pode combinar: marketplaces + loja própria + Instagram + TikTok + WhatsApp.
Dessa forma, sua empresa não fica dependente exclusivamente de uma única plataforma.
O e-commerce já faz parte da rotina do brasileiro.
Segundo o estudo da Visa, 86% dos entrevistados compram online ao menos uma vez por mês.
Entre integrantes da Geração Z, esse percentual chega a 91%.
Outro dado ainda mais forte: 90% disseram ter realizado alguma compra online nos 30 dias anteriores à pesquisa.
Ou seja, a discussão deixou de ser: “As pessoas compram pela internet?”
A pergunta correta agora é: “Por que elas comprariam na sua loja e não na concorrência?”
Os meios de pagamento também estão mudando rapidamente.
Na última compra online dos consumidores entrevistados pela Visa:
Cartão de crédito: 47%.
Pix: 45%.
Além disso, 95% dos consumidores afirmaram já ter utilizado Pix em compras online.
O cartão continua importante principalmente pelo parcelamento. Entre os entrevistados, 53% relacionaram a escolha do cartão justamente à possibilidade de parcelar.
Já o Pix é associado a:
Outra projeção chama atenção: estudo da Ebanx citado pela Reuters estima que o Pix poderá representar 45% das transações de e-commerce até o final de 2026 e 50% em 2028.
Para o lojista, a lição é simples: não ofereça somente uma opção.
Pix + cartão + parcelamento permite atender diferentes comportamentos financeiros.
O horário de compra também traz informações interessantes.
Segundo o Panorama E-commerce:
38% das compras acontecem à tarde;
37% acontecem à noite.
Isso pode ajudar a orientar:
campanhas de remarketing;
posts;
Stories;
e-mails;
anúncios;
ofertas-relâmpago.
Mas cuidado: dados gerais servem como referência.
O melhor horário para sua loja deve ser encontrado nos seus próprios dados de Analytics, plataforma e campanhas.
Os números apontam algumas prioridades muito claras.
Quase 8 em cada 10 transações acontecem via smartphone.
Eles concentram 71% das compras observadas.
Sites próprios ainda representam uma parcela relevante das compras e permitem construir marca e relacionamento.
Ele já disputa espaço diretamente com o cartão.
Com maior frequência de pedidos e consumidores mais acostumados ao digital, preço e prazo de entrega tornam-se elementos centrais da comparação.
A DevRocket possui também conteúdo específico sobre Cupom de desconto Melhor Envio, com estratégias para economizar no frete da loja virtual. O artigo está atualmente publicado no blog.
Não escolha canais, produtos ou campanhas apenas por opinião.
Analise números.
Acompanhe:
Os dados indicam claramente que existe espaço.
A Abiacom projeta 97,1 milhões de compradores online, enquanto levantamentos realizados durante o próprio ano mostram centenas de bilhões de reais movimentados pelo setor.
Mas existe uma diferença entre existir mercado e existir oportunidade garantida.
Não basta abrir uma loja e esperar.
Uma operação competitiva precisa trabalhar:
Se você ainda procura oportunidades de catálogo, confira também o conteúdo da DevRocket sobre 50 melhores produtos para revender em 2026 e 50 produtos em alta para vender em 2026. O segundo já reúne categorias em crescimento como beleza, saúde, casa, organização, pet e tecnologia.
As estatísticas do e-commerce no Brasil em 2026 mostram um mercado cada vez mais maduro.
O primeiro semestre movimentou R$ 208,4 bilhões e registrou mais de 756 milhões de pedidos.
A Abiacom projeta aproximadamente 97 milhões de compradores online para o ano.
Os smartphones concentram 79% das transações.
Os marketplaces representam 71% das compras observadas no Panorama E-commerce.
E o Pix já aparece praticamente empatado com o cartão na preferência de pagamento online.
Tudo isso aponta para a mesma direção: o consumidor brasileiro está cada vez mais digital, mais acostumado a comprar online e, ao mesmo tempo, mais exigente.
Isso cria oportunidades enormes para quem está preparado.
Uma boa loja precisa carregar rapidamente, funcionar no celular, transmitir confiança, oferecer bons meios de pagamento, trabalhar fretes competitivos e entender profundamente seus dados.
A DevRocket ajuda empresas a desenvolverem e profissionalizarem suas lojas virtuais com temas, personalizações, integrações, experiência de compra, marketing e soluções focadas em performance.
Porque o e-commerce brasileiro continua crescendo.
A questão agora não é se o consumidor vai comprar online — é se sua loja estará preparada quando ele chegar.
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