Utilizar o Google Analytics e o Tag Manager na Black Friday ajuda a entender de onde vêm os visitantes, quais produtos despertam interesse e em qual etapa as pessoas desistem da compra.
Sem uma mensuração bem configurada, a loja pode investir em anúncios, receber milhares de visitas e ainda não conseguir identificar quais campanhas realmente geraram vendas.
Em 2026, a Black Friday acontece no dia 27 de novembro. Entretanto, a configuração das ferramentas não deve ser deixada para a última semana. Eventos, tags, conversões e relatórios precisam ser testados com antecedência.
O Google Analytics 4, também chamado de GA4, registra diferentes interações dos usuários por meio de eventos. Já o Google Tag Manager ajuda a organizar e implementar códigos de acompanhamento sem exigir alterações manuais no site a cada nova configuração.
Quando essas ferramentas trabalham em conjunto, o lojista consegue acompanhar a jornada desde o primeiro acesso até a compra.
Neste guia, você entenderá quais eventos, métricas e relatórios acompanhar para tomar decisões melhores durante a Black Friday. 📊🚀
Qual é a diferença entre Google Analytics e Tag Manager?
Apesar de serem usados em conjunto, Google Analytics e Google Tag Manager não são a mesma ferramenta.
O Google Analytics 4 recebe, organiza e apresenta os dados. Ele mostra informações como usuários, sessões, eventos, vendas, receita, produtos e origem do tráfego.
O Google Tag Manager, conhecido como GTM, funciona como um gerenciador de tags. Ele ajuda a instalar e controlar códigos relacionados ao Analytics, Google Ads, Meta Pixel e outras ferramentas.
Uma explicação simples seria:
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O Tag Manager coleta e envia informações;
-
O Analytics organiza e apresenta essas informações;
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A loja virtual gera as interações que serão medidas;
-
O gestor utiliza os dados para tomar decisões.
O GTM não substitui o Analytics. Ele ajuda a implementar a mensuração de maneira mais organizada, desde que as tags, variáveis e acionadores estejam configurados corretamente.
Leia também o guia da DevRocket sobre Google Tag Manager no e-commerce.
Por que configurar as ferramentas antes da Black Friday?
Uma configuração feita na véspera pode apresentar eventos duplicados, valores incorretos ou falhas que serão percebidas somente depois da campanha.
O ideal é revisar tudo algumas semanas antes. Isso permite comparar os registros do GA4 com os pedidos reais da plataforma e encontrar possíveis diferenças.
A fase de testes deve responder:
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O acesso ao site está sendo registrado?
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A visualização dos produtos aparece no GA4?
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A adição ao carrinho é contabilizada?
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O início do checkout está funcionando?
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A compra registra o valor correto?
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O mesmo pedido aparece apenas uma vez?
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Os produtos comprados estão identificados?
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A origem da campanha está sendo preservada?
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O cupom e o frete aparecem nos dados?
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Os acessos internos da equipe estão sendo considerados?
Não espere a Black Friday para descobrir que o evento de compra parou de funcionar.
Quais eventos acompanhar no e-commerce?
O GA4 utiliza eventos para representar as ações realizadas pelos usuários. No e-commerce, alguns eventos formam um funil de compra.
view_item_list
É acionado quando o consumidor visualiza uma lista de produtos, como uma categoria, vitrine ou resultado de busca.
Esse evento ajuda a entender quais listas recebem mais visualizações. Também permite comparar a posição dos produtos e o desempenho das diferentes vitrines.
select_item
É registrado quando a pessoa seleciona um produto em uma lista.
A comparação entre view_item_list e select_item mostra se a vitrine está conseguindo gerar interesse.
view_item
Representa a visualização de uma página de produto.
Se um item recebe muitos acessos, mas poucas adições ao carrinho, pode existir um problema de preço, descrição, fotografia, prazo, avaliação ou frete.
add_to_cart
É acionado quando um produto é adicionado ao carrinho.
Esse evento é essencial para calcular a taxa de adição ao carrinho e identificar quais produtos conseguem transformar visualizações em intenção de compra.
view_cart
Registra a visualização do carrinho. Nem todas as plataformas enviam esse evento automaticamente, por isso a implementação precisa ser conferida.
begin_checkout
Representa o início do checkout.
A diferença entre adições ao carrinho e inícios de checkout pode revelar obstáculos no carrinho, como frete pouco claro, dificuldade para aplicar cupom ou falta de informações.
add_shipping_info
É registrado quando o consumidor informa ou seleciona os dados de entrega.
Esse evento ajuda a analisar perdas relacionadas ao frete, prazo ou cobertura da transportadora.
add_payment_info
Representa o envio ou a seleção das informações de pagamento.
Uma queda acentuada depois desse evento pode estar relacionada à recusa do cartão, parcelamento, erros técnicos ou falta de métodos adequados.
purchase
É o evento mais importante para a venda. Ele deve registrar a transação, a receita, a moeda, os produtos, as quantidades, o frete, os impostos e o cupom, quando essas informações estiverem disponíveis.
Cada pedido deve possuir um identificador único. Sem isso, a mesma página de confirmação pode contabilizar a compra novamente quando for recarregada.
refund
Registra devoluções ou reembolsos. Esse acompanhamento permite avaliar a receita com uma visão mais próxima do resultado real.
Como visualizar o funil da Black Friday?
Depois de configurar os eventos, organize o funil nesta ordem: Visualização de produto → adição ao carrinho → início do checkout → informações de entrega → informações de pagamento → compra.

Esses números são apenas ilustrativos. Cada segmento, faixa de preço e modelo de negócio pode apresentar comportamentos diferentes.
O objetivo não é buscar uma taxa universal, mas comparar:
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Black Friday atual com a anterior;
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Período promocional com semanas comuns;
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Celular com computador;
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Clientes novos com recorrentes;
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Canais de aquisição;
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Categorias;
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Produtos;
-
Regiões.
O funil mostra onde existe uma queda. A investigação mostra por que ela acontece.
1. Acompanhe usuários e sessões
Usuários representam as pessoas que acessaram a loja, enquanto sessões representam os períodos de interação.
Na Black Friday, acompanhe o crescimento do tráfego por hora e compare com a capacidade da plataforma.
Um aumento repentino pode acontecer depois de:
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Envio de e-mail;
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Disparo no WhatsApp;
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Publicação de influenciador;
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Início de uma campanha;
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Divulgação de oferta;
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Aparição em busca orgânica;
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Abertura da lista VIP.
Se as sessões aumentam, mas as visualizações de produtos não acompanham, a página inicial ou a página de destino pode não estar conduzindo o visitante.
2. Analise a origem e a mídia
A dimensão de origem mostra de onde o usuário veio. A mídia indica o tipo de canal utilizado.
Alguns exemplos são:
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google / organic; -
google / cpc; -
instagram / social; -
newsletter / email; -
whatsapp / referral; -
influenciador / parceria.
Padronize os nomes utilizados nas campanhas. Caso contrário, o mesmo canal poderá aparecer dividido em várias linhas.
Por exemplo, instagram, Instagram, insta e ig podem ser interpretados como origens diferentes, dificultando a análise.
Para campanhas pagas, compare tráfego, vendas, receita e taxa de conversão por origem. Um canal com muitos acessos não é necessariamente o mais lucrativo.
Conheça também a estratégia de tráfego pago para Black Friday.
3. Utilize parâmetros UTM
Os parâmetros UTM são informações adicionadas ao final de um link para identificar campanhas.
Os principais são:
-
utm_source: origem; -
utm_medium: mídia; -
utm_campaign: campanha; -
utm_content: variação do anúncio; -
utm_term: termo ou segmentação, quando aplicável.
Um link de e-mail poderia utilizar: ?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=black_friday_2026&utm_content=oferta_lista_vip
Crie um padrão antes da campanha. Utilize letras minúsculas, evite acentos e mantenha uma planilha com os nomes aprovados.
Não adicione UTMs em links internos da própria loja. Isso pode substituir a origem da sessão e prejudicar a atribuição.
4. Acompanhe a taxa de conversão
A taxa de conversão mostra qual parcela dos visitantes realizou uma compra.
A fórmula pode ser apresentada assim: Taxa de conversão = compras ÷ sessões × 100
Se uma loja recebeu 10.000 sessões e realizou 300 vendas: 300 ÷ 10.000 × 100 = 3%
Acompanhe a taxa por:
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Dispositivo;
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Origem;
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Campanha;
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Página de destino;
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Categoria;
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Produto;
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Estado ou região;
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Cliente novo ou recorrente.
Se o tráfego aumenta e a conversão diminui, investigue a qualidade dos visitantes, o carregamento da página, o estoque, o frete e o checkout.
Veja as estratégias para aumentar a conversão da loja virtual.
5. Calcule a taxa de adição ao carrinho
A taxa de adição ao carrinho ajuda a entender se a página do produto está convencendo o visitante a avançar.
Uma fórmula possível é: Taxa de adição = usuários que adicionaram ao carrinho ÷ usuários que visualizaram o produto × 100
Quando um produto possui muitas visualizações e poucas adições, verifique:
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Preço;
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Desconto;
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Imagens;
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Descrição;
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Avaliações;
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Estoque;
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Variações;
-
Prazo;
-
Frete;
-
Botão de compra.
Compare produtos da mesma categoria para encontrar diferenças de desempenho.
6. Meça o abandono de carrinho e checkout
Carrinho abandonado e checkout abandonado não são exatamente a mesma coisa.
No carrinho abandonado, a pessoa adiciona produtos, mas não avança. No checkout abandonado, ela começa a inserir informações de entrega ou pagamento e não conclui.
Uma fórmula simples para o abandono após o início do checkout é: Taxa de abandono = 1 – (compras ÷ checkouts iniciados) × 100
Analise em qual etapa ocorre a maior redução.
Se muitos usuários param antes do checkout, revise o carrinho e as condições de frete. Se a queda acontece no pagamento, teste cartões, Pix, parcelamento e mensagens de erro.
Leia o guia sobre como reduzir o abandono de carrinho.
7. Acompanhe receita e ticket médio
A receita mostra quanto foi registrado em vendas. Ela deve ser comparada com os dados da própria plataforma.
O ticket médio pode ser calculado assim: Ticket médio = receita ÷ número de pedidos
Se a receita foi de R$ 120.000 e houve 800 pedidos: R$ 120.000 ÷ 800 = R$ 150
Durante a Black Friday, o ticket pode mudar conforme os descontos e produtos anunciados.
Para aumentá-lo, a empresa pode trabalhar com kits, descontos progressivos, produtos relacionados, “compre junto” e frete grátis acima de determinado valor.
Entretanto, ticket maior não significa automaticamente maior lucro. Considere margem, custo do produto, frete, taxas e mídia.
8. Observe o desempenho por produto
No relatório de compras de e-commerce, analise:
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Produtos visualizados;
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Adições ao carrinho;
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Quantidade vendida;
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Receita do item;
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Compras;
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Reembolsos;
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Cupons;
-
Categorias;
-
Marcas.
Procure situações como:
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Produto com muitas visitas e poucas vendas;
-
Item com boa conversão e pouco tráfego;
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Produto anunciado sem estoque;
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Item que aumenta o valor do carrinho;
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Categoria com abandono acima da média;
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Oferta com muitas vendas e margem insuficiente.
Essas informações ajudam a redistribuir banners, vitrines e orçamento de mídia.
Veja como otimizar a vitrine para a Black Friday.
9. Compare celular e computador
Não analise todos os dispositivos juntos.
Uma loja pode apresentar bom resultado geral e esconder um problema grave no celular. Compare usuários, conversão, receita e abandono entre mobile e desktop.
Se o celular recebe 80% do tráfego, mas gera apenas 40% da receita, investigue:
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Banners cortados;
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Menu difícil;
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Botões pequenos;
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Formulários longos;
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Pop-ups;
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Lentidão;
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Seleção de variações;
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Cálculo do frete;
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Checkout;
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Métodos de pagamento.
Faça compras reais em diferentes aparelhos antes da campanha.
10. Monitore páginas de destino
A página de destino é a primeira página acessada em uma sessão.
Compare as páginas utilizadas em anúncios, e-mails e publicações. Observe:
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Sessões;
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Engajamento;
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Visualizações de produtos;
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Adições ao carrinho;
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Vendas;
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Receita;
-
Conversão.
Se um anúncio promete “tênis com 40% de desconto”, a página de destino deve mostrar os tênis participantes. Direcionar todos os anúncios para a página inicial aumenta o esforço do consumidor.
A mensagem, a identidade visual e a oferta precisam continuar coerentes depois do clique.
Como usar o Tag Manager na Black Friday?
O GTM permite organizar tags, acionadores e variáveis em um único contêiner.
Uma tag envia uma informação. O acionador determina quando ela deve funcionar. A variável fornece valores como produto, preço, pedido ou página.
No e-commerce, a implementação pode utilizar uma camada de dados, conhecida como dataLayer, para disponibilizar informações estruturadas.
Antes de publicar alterações:
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Abra o modo de visualização;
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Conecte o Tag Assistant ao site;
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Percorra toda a jornada;
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Confira quais tags foram disparadas;
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Valide os dados enviados;
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Teste compras e cupons;
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Compare com o GA4;
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Crie uma versão identificada;
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Publique somente depois da validação.
Não faça mudanças improvisadas durante o pico sem testar. Uma alteração incorreta pode duplicar vendas ou interromper toda a coleta.
O que acompanhar em tempo real?
Nos relatórios em tempo real, acompanhe:
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Usuários ativos;
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Origem dos acessos;
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Páginas visualizadas;
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Produtos acessados;
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Eventos;
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Conversões;
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Regiões;
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Dispositivos.
O relatório em tempo real é útil para validar campanhas e perceber mudanças rápidas, mas não deve ser a única fonte de análise. Alguns dados podem passar por processamento antes de aparecerem em relatórios completos.
Durante um disparo de WhatsApp, por exemplo, confirme se os acessos chegaram à página esperada e se os eventos continuam funcionando.
Crie alertas operacionais
O acompanhamento não deve depender de alguém observar a tela durante 24 horas.
Defina situações que merecem atenção imediata:
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Tráfego caiu repentinamente;
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Evento de compra deixou de aparecer;
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Receita caiu enquanto os acessos subiram;
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Taxa de erro aumentou;
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Produto anunciado ficou sem estoque;
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Conversão caiu no celular;
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Pagamento apresentou falhas;
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Frete deixou de ser calculado;
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Um canal passou a gerar tráfego sem identificação.
Nem todos os alertas precisam ser criados dentro do Analytics. Eles podem envolver plataforma, ERP, gateway e ferramentas de monitoramento.
Erros de mensuração que devem ser evitados
Os erros mais comuns são:
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Instalar o GA4 duas vezes;
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Duplicar o evento
purchase; -
Não enviar o identificador da transação;
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Registrar receita sem frete ou com valor incorreto;
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Misturar ambientes de teste e produção;
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Usar UTMs inconsistentes;
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Aplicar UTMs em links internos;
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Não testar o checkout;
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Ignorar consentimento e privacidade;
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Alterar tags sem criar versões;
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Avaliar apenas o último clique;
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Comparar Analytics e plataforma sem considerar diferenças de processamento.
Analytics, plataforma e mídia podem apresentar números diferentes porque utilizam métodos e janelas de atribuição distintos. Use a plataforma como referência operacional dos pedidos e o Analytics para analisar comportamento, origem e jornada.
Dados só ajudam quando geram decisões
Google Analytics e Tag Manager não aumentam as vendas sozinhos. Eles mostram o que está acontecendo para que a empresa tome decisões melhores.
Se muitas pessoas visualizam um produto e não adicionam ao carrinho, revise a oferta. Se o abandono cresce depois do cálculo de entrega, investigue o frete. Se o mobile recebe visitas e não vende, teste a experiência pelo celular.
Durante a Black Friday, acompanhe tráfego, eventos, funil, produtos, receita e canais. Porém, evite decisões precipitadas baseadas em poucos minutos de dados.
A preparação correta começa antes da campanha, com testes completos e comparação entre Analytics e pedidos reais.
Para entender melhor os relatórios, confira o guia sobre Google Analytics no e-commerce.
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