Segundo Marcelo Osanai, chefe de e-commerce da Nielsen|Ebit, a estabilidade do comércio eletrônico no Brasil pode ser atribuída ao aumento de 7,9% no número de pedidos, embora o valor médio dos itens comprados tenha diminuído, resultando em uma queda de 7,5% no ticket médio. Ele ressalta que o resultado é significativo, pois demonstra a popularidade das compras online entre os brasileiros e consolida o e-commerce como um canal de vendas estabelecido. Após o crescimento de quase 30% de 2020 para 2021, o setor agora mantém um patamar elevado e tem previsão de estabilidade.
Segundo o levantamento, a maior parte do tráfego nas plataformas de vendas online partiu de sites de busca, representando 24% do fluxo, enquanto a busca direta pelo nome da loja correspondeu a 25% e as redes sociais a 23%.
A pesquisa também apontou que a maioria das compras foi realizada durante a semana, com base no volume de pedidos e faturamento.
Outro estudo da instituição já havia mostrado um crescimento de 2% no e-commerce brasileiro anteriormente, além de destacar algumas categorias que tiveram destaque no ano passado.




