Quem está começando a vender pela internet costuma enfrentar uma dúvida importante: é melhor criar uma loja virtual própria ou anunciar os produtos em marketplaces como Shopee, Mercado Livre e Amazon?
Os dois modelos possuem vantagens e podem ajudar uma empresa a aumentar suas vendas. Entretanto, funcionam de maneiras diferentes.
Nos marketplaces, o lojista aproveita a audiência, a estrutura e a credibilidade de plataformas que já são conhecidas pelos consumidores. Em uma loja virtual própria, a empresa possui mais controle sobre a identidade visual, a experiência de compra, as campanhas e o relacionamento com os clientes.
Por isso, a resposta não precisa ser necessariamente escolher apenas um canal.
Em muitos casos, a melhor estratégia é utilizar os marketplaces para alcançar novos consumidores e manter uma loja própria para fortalecer a marca, criar relacionamento e estimular novas compras.
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Neste artigo, você entenderá as principais diferenças entre loja virtual e marketplace, os custos envolvidos, as vantagens de cada alternativa e como utilizar os dois canais de maneira estratégica.
Marketplace é uma plataforma que reúne diferentes vendedores em um mesmo ambiente.
Funciona como um shopping virtual: várias lojas anunciam seus produtos, enquanto a plataforma oferece recursos para busca, comparação, pagamento, comunicação e, em alguns casos, logística.
Entre os marketplaces mais conhecidos no Brasil estão:
Mercado Livre;
Shopee;
Amazon;
Magalu;
Shein;
AliExpress.
O consumidor acessa o marketplace, pesquisa um produto e encontra anúncios de diferentes vendedores.
Essas empresas competem por fatores como:
preço;
frete;
prazo de entrega;
reputação;
avaliações;
qualidade do anúncio;
disponibilidade;
participação em campanhas;
posicionamento nos resultados.
Uma das principais vantagens desse modelo é a possibilidade de divulgar os produtos para pessoas que já estão dentro da plataforma com intenção de compra.
No Mercado Livre, por exemplo, o cadastro e a publicação de anúncios podem ser realizados gratuitamente, mas o vendedor paga tarifas quando concretiza uma venda. Os valores variam conforme a categoria e o tipo de anúncio.
Uma loja virtual própria é um canal de vendas administrado diretamente pela empresa.
Em vez de anunciar os produtos dentro do ambiente de outra marca, o lojista possui seu próprio endereço digital, catálogo, identidade visual e experiência de compra.
A Nuvemshop é uma plataforma que permite criar esse tipo de estrutura sem desenvolver todo o sistema do zero.
Por meio dela, o empreendedor pode:
cadastrar produtos;
organizar categorias;
gerenciar estoque;
receber pedidos;
configurar pagamentos;
oferecer opções de envio;
criar promoções;
instalar aplicativos;
personalizar o layout;
acompanhar a operação em um único painel.
A Nuvemshop apresenta um ecossistema que reúne plataforma, pagamentos, logística, marketing e integrações. Também disponibiliza um plano gratuito para quem deseja validar uma ideia antes de contratar uma opção paga.
A principal diferença está no controle sobre o canal.
Em um marketplace, sua empresa vende dentro da estrutura de outra plataforma. Isso significa que precisa seguir as regras, os formatos, as tarifas e os critérios de posicionamento definidos por ela.
Na Nuvemshop, sua empresa cria um canal próprio, com mais liberdade para trabalhar:
identidade da marca;
organização da página inicial;
campanhas promocionais;
banners;
conteúdo;
relacionamento;
recuperação de carrinho;
recompra;
atendimento;
experiência do consumidor.
Nos marketplaces, a audiência já existe, mas a concorrência é maior e acontece dentro da própria página de resultados.
Na loja própria, a empresa precisa atrair visitantes, mas consegue criar uma experiência mais personalizada e desenvolver um ativo digital para a marca.
| Critério | Loja própria na Nuvemshop | Marketplaces |
|---|---|---|
| Audiência inicial | A empresa precisa atrair visitantes | A plataforma já possui visitantes |
| Identidade visual | Maior possibilidade de personalização | Layout padronizado |
| Concorrência | Menor exposição direta aos concorrentes | Diversos vendedores aparecem juntos |
| Relacionamento | Mais controle sobre a comunicação | Relacionamento limitado pelas regras do canal |
| Custos | Plano, pagamentos, aplicativos e marketing | Comissão, tarifas, frete e publicidade |
| Marca própria | Maior destaque para a empresa | Destaque dividido com a marca do marketplace |
| Controle da operação | Mais autonomia | Dependência das regras da plataforma |
| Aquisição de clientes | Depende de marketing e divulgação | Pode ocorrer pelas buscas do marketplace |
| Fidelização | Mais possibilidades de recompra | Consumidor pode comparar outros vendedores |
| Escalabilidade | Permite construir um canal próprio | Facilita o aumento de exposição e pedidos |
Nenhum dos dois modelos é perfeito para todas as empresas. A melhor escolha depende do produto, da margem, da estrutura e do objetivo do negócio.
A maior vantagem dos marketplaces é o volume de consumidores que acessam essas plataformas diariamente.
Essas pessoas já conhecem o ambiente, possuem cadastro e estão acostumadas com o processo de compra.
Para uma empresa desconhecida, isso pode facilitar as primeiras vendas.
Em vez de convencer o consumidor a entrar em um site novo, o vendedor apresenta seu produto dentro de uma plataforma que ele já utiliza.
Muitos clientes se sentem mais seguros comprando em marketplaces porque conhecem os processos de pagamento, acompanhamento e contestação.
Essa confiança pode ajudar vendedores novos que ainda não possuem reputação própria.
Entretanto, a credibilidade não é automática. O lojista precisa manter bons indicadores de atendimento, prazo, disponibilidade e qualidade dos produtos.
Os marketplaces oferecem sistemas de pagamento integrados.
O consumidor pode utilizar as modalidades disponibilizadas pela plataforma, enquanto o vendedor acompanha as transações pelo painel.
Isso reduz a necessidade de contratar e configurar diferentes soluções no início.
Alguns marketplaces possuem estruturas próprias ou integradas de entrega.
O Mercado Livre, por exemplo, oferece diferentes modalidades logísticas, incluindo soluções de armazenamento e envio. Mesmo utilizando essas alternativas, o vendedor continua sujeito às tarifas de venda e a possíveis custos adicionais da operação.
A Amazon também disponibiliza o programa FBA, no qual produtos podem ser armazenados e enviados pela estrutura logística da empresa. As tarifas variam conforme peso, dimensões, categoria e serviços utilizados.
Marketplaces podem ser utilizados para identificar:
produtos com maior procura;
faixas de preço mais competitivas;
dúvidas frequentes;
regiões com mais pedidos;
avaliações dos consumidores;
itens com maior potencial de venda.
Essas informações ajudam o empreendedor a testar o mercado antes de investir em grandes quantidades de estoque.
Os marketplaces normalmente cobram tarifas ou comissões quando uma venda é concluída.
No Mercado Livre, as tarifas variam conforme a categoria e o formato do anúncio. Em informações oficiais divulgadas aos vendedores, anúncios Clássicos e Premium possuem estruturas de cobrança diferentes, com o Premium oferecendo recursos adicionais, como maior exposição e parcelamento sem juros.
Na Amazon, os custos também podem incluir comissões por categoria, plano de vendas, logística, armazenagem e serviços adicionais.
Na Shopee, as condições podem variar conforme o programa, a campanha e os serviços utilizados. Por isso, as tarifas precisam ser consultadas diretamente na Central do Vendedor antes da precificação.
Esses valores devem fazer parte do cálculo da margem. Um produto que parece rentável pode deixar de ser quando são descontados comissão, frete, impostos, embalagem, publicidade e custo da mercadoria.
Quando o consumidor pesquisa um produto em um marketplace, encontra diferentes vendedores na mesma tela.
Isso facilita a comparação de preços e pode transformar a venda em uma disputa pelo menor valor.
Empresas que não possuem margem para oferecer descontos podem ter dificuldade para competir.
Nos marketplaces, a marca principal percebida pelo consumidor costuma ser a própria plataforma.
Mesmo quando o vendedor oferece um bom atendimento, parte da confiança e da lembrança permanece associada ao marketplace.
Isso pode dificultar a construção de uma identidade própria.
Cada marketplace possui regras relacionadas a:
cadastro de produtos;
qualidade dos anúncios;
prazos;
cancelamentos;
reputação;
atendimento;
logística;
publicidade;
produtos permitidos;
participação em campanhas.
Essas condições podem ser atualizadas.
Quando uma empresa depende de um único marketplace, uma alteração de regra, bloqueio ou queda de posicionamento pode afetar grande parte do faturamento.
Nos marketplaces, o consumidor pode comprar de diferentes vendedores em cada pedido.
Mesmo que tenha tido uma boa experiência com sua empresa, ele pode escolher outro anúncio na próxima compra por causa do preço ou do prazo.
Isso torna mais difícil desenvolver uma estratégia própria de relacionamento e recompra.
Na loja própria, sua empresa ocupa o centro da experiência.
O site pode utilizar:
domínio próprio;
logotipo;
paleta de cores;
fontes;
banners;
linguagem da marca;
fotografias personalizadas;
páginas institucionais;
conteúdos exclusivos.
Isso ajuda o consumidor a conhecer a empresa e não apenas o produto.
Na Nuvemshop, o lojista pode organizar a navegação de acordo com sua estratégia.
É possível destacar:
lançamentos;
produtos mais vendidos;
categorias;
promoções;
coleções;
kits;
benefícios;
avaliações;
conteúdos;
diferenciais da empresa.
A estrutura também pode ser ampliada com aplicativos e integrações. A Nuvemshop informa disponibilizar um ecossistema com ferramentas para pagamentos, envios, marketing, atendimento e gestão.
Quando o consumidor entra em sua loja virtual, ele visualiza apenas os produtos da sua empresa.
Não existe uma lista imediata de vendedores concorrentes oferecendo o mesmo item ao lado do seu anúncio.
Isso permite trabalhar outros diferenciais além do preço, como:
atendimento;
exclusividade;
qualidade;
garantia;
kits;
experiência;
conteúdo;
posicionamento;
benefícios da marca.
Na loja própria, é possível desenvolver estratégias específicas para consumidores que já compraram.
Entre elas estão:
cupons para novas compras;
campanhas de e-mail;
lançamentos;
clubes de benefícios;
descontos progressivos;
recuperação de carrinhos;
campanhas de pós-venda;
comunicação pelo WhatsApp;
programas de fidelidade.
A Nuvemshop oferece recursos próprios e aplicativos que podem ajudar em campanhas, automações e recuperação de vendas.
Uma loja virtual pode se tornar um importante ativo digital para a empresa.
Ao longo do tempo, ela pode conquistar:
visitantes recorrentes;
páginas posicionadas no Google;
clientes cadastrados;
histórico de vendas;
conteúdos;
autoridade;
reconhecimento da marca;
tráfego direto.
Esse patrimônio digital não é construído da mesma maneira quando todas as vendas ficam concentradas em canais de terceiros.
Uma loja virtual não possui automaticamente a mesma audiência dos grandes marketplaces.
A empresa precisa divulgar o site por meio de estratégias como:
redes sociais;
tráfego pago;
produção de conteúdo;
influenciadores;
e-mail marketing;
WhatsApp;
SEO;
parcerias;
campanhas promocionais.
A plataforma oferece a estrutura, mas não substitui o planejamento de marketing.
Mesmo utilizando um plano gratuito ou um cupom de desconto, a operação pode ter custos com:
meio de pagamento;
domínio;
aplicativos;
ERP;
emissão fiscal;
logística;
personalização;
marketing;
anúncios;
fotografia;
atendimento.
Na Nuvemshop, existe um plano gratuito para validação, além de planos pagos para diferentes estágios do negócio.
Um consumidor que nunca ouviu falar da marca pode sentir receio de comprar no site.
Por isso, a loja deve apresentar elementos como:
domínio profissional;
certificado de segurança;
informações da empresa;
canais de contato;
política de trocas;
prazo de entrega;
avaliações;
redes sociais;
descrições completas;
meios de pagamento conhecidos.
A confiança é construída pela combinação entre visual, transparência, atendimento e experiência.
Essa resposta depende do tipo de produto e do volume de vendas.
No marketplace, normalmente não existe uma mensalidade obrigatória apenas para publicar anúncios, mas são cobradas tarifas quando as vendas acontecem. Também podem existir custos de frete, logística, campanhas e publicidade.
Na loja própria, pode haver mensalidade da plataforma, taxas do meio de pagamento, aplicativos e investimento para atrair visitantes.
Para comparar corretamente, calcule o custo por venda em cada canal.
Considere:
preço do produto;
custo da mercadoria;
impostos;
embalagem;
comissão ou tarifa;
meio de pagamento;
frete subsidiado;
publicidade;
custo operacional;
margem desejada.
Não escolha apenas pelo canal que parece mais barato. Analise quanto sobra depois de todos os custos.
O marketplace pode ser uma boa opção quando a empresa:
está começando;
ainda não possui audiência;
deseja validar produtos;
precisa gerar vendas mais rapidamente;
trabalha com itens que possuem procura dentro da plataforma;
consegue competir em preço, prazo ou reputação;
possui margem para pagar as tarifas;
consegue manter estoque e atendimento organizados.
Ele também pode ser interessante para produtos com características mais objetivas, que o consumidor já sabe que deseja comprar.
A loja própria pode fazer mais sentido quando a empresa:
deseja fortalecer sua marca;
vende produtos próprios;
possui clientes recorrentes;
quer diminuir a dependência de marketplaces;
pretende investir em marketing;
deseja trabalhar conteúdo e SEO;
quer personalizar a experiência;
precisa criar campanhas próprias;
possui audiência nas redes sociais;
deseja desenvolver relacionamento;
quer aumentar a recompra.
Ela também é importante para negócios que vendem pelo Instagram, WhatsApp ou TikTok e precisam organizar o processo de compra.
Loja própria e marketplace não precisam ser tratados como rivais.
Uma estratégia multicanal permite aproveitar os benefícios de cada ambiente.
Os marketplaces podem ajudar a alcançar consumidores que ainda não conhecem a marca.
A loja própria pode atender pessoas que chegam por:
Instagram;
TikTok;
WhatsApp;
Google;
influenciadores;
anúncios;
e-mail marketing;
acesso direto.
Nesse modelo, a empresa reduz a dependência de um único canal e cria mais oportunidades de venda.
Porém, é necessário organizar estoque, preços e pedidos para evitar problemas.
Quando o mesmo produto é anunciado em vários canais, o estoque precisa ser atualizado rapidamente.
Caso contrário, a empresa pode vender um item indisponível.
Um ERP ou hub de integração pode ajudar a sincronizar produtos, pedidos e quantidades.
Não é obrigatório utilizar o mesmo preço em todos os ambientes, desde que sejam respeitadas as regras comerciais aplicáveis.
O custo da venda pode variar conforme:
comissão;
pagamento;
logística;
publicidade;
promoção;
embalagem;
tributação.
Calcule a margem individualmente.
Títulos, imagens, descrições e características dos produtos devem estar corretos em todos os canais.
Isso reduz dúvidas e cancelamentos.
Sua empresa pode utilizar:
Mercado Livre: para produtos com alta procura e entrega rápida;
Shopee: para itens competitivos, promoções e descoberta;
Amazon: para ampliar presença e atender consumidores da plataforma;
Nuvemshop: para fortalecer a marca, trabalhar campanhas e estimular a recorrência;
Instagram e TikTok: para gerar alcance, desejo e relacionamento;
WhatsApp: para atendimento e pós-venda.
Essa divisão não é uma regra fixa. Ela deve ser adaptada ao público e aos produtos da empresa.
Analise mensalmente:
faturamento por canal;
quantidade de pedidos;
ticket médio;
margem;
custo de aquisição;
cancelamentos;
devoluções;
prazo de entrega;
recompra;
produtos mais vendidos.
Um canal com grande faturamento pode não ser o mais rentável. Por isso, a margem deve ser acompanhada junto com as vendas.
O processo inicial envolve etapas como:
criar a conta;
escolher o plano;
selecionar o layout;
cadastrar os produtos;
organizar as categorias;
configurar pagamentos;
definir as entregas;
inserir as políticas;
conectar o domínio;
realizar um pedido de teste.
A Nuvemshop permite iniciar com um plano gratuito e migrar para alternativas pagas conforme o crescimento da operação.
Quem deseja contratar um plano elegível pode aproveitar o cupom especial divulgado pela DevRocket.
Utilize o código: PARTNER-NUVEM-8914
O cupom oferece 25% de desconto na Nuvemshop, conforme as regras, os planos participantes, o período de validade e as condições apresentadas no momento da contratação.
Para utilizar:
crie sua conta na Nuvemshop;
acesse o painel da loja;
escolha um plano elegível;
avance para a contratação;
localize a opção de inserir o cupom;
digite PARTNER-NUVEM-8914;
confirme o código;
confira se os 25% foram aplicados;
revise o valor e a duração do desconto;
finalize o pagamento.
Não conclua a contratação antes de verificar se o benefício aparece corretamente no resumo.
Os marketplaces são excelentes canais para alcançar consumidores, validar produtos e aproveitar uma audiência que já possui intenção de compra.
Por outro lado, uma loja própria oferece maior autonomia, fortalecimento de marca e melhores possibilidades de relacionamento e fidelização.
Portanto, a melhor escolha depende do objetivo da empresa.
Quem ainda está começando pode utilizar os marketplaces para conquistar as primeiras vendas. Quem deseja construir uma marca mais forte deve considerar a criação de um canal próprio.
Na maioria dos casos, uma estratégia combinada tende a ser mais segura.
A empresa pode vender em Shopee, Mercado Livre e Amazon, enquanto desenvolve sua própria loja na Nuvemshop.
Dessa forma, consegue diversificar os canais, diminuir riscos e criar uma estrutura preparada para crescer.
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